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terça-feira, 07 de Setembro de 2010 | 14:15 28
Cilindradas Polémicas

Os dois primeiros anos de Fórmula 1 deram azo a um erro da FIA, ao permitir motores turbo de 1500 c.c., contra os quais os motores atmosféricos de 4500 c.c. pouco podiam fazer. Na base da desvantagem, a relação injusta de 1 para 3, determinada pela FIA, entre as cilindradas de motores sobrealimentados e de motores aspirados!

Cooper de Moss em 58

A Alfa Romeu dominou claramente o período, a tal ponto que, em 1952, a FIA decidiu baixar a fasquia, limitando os motores sobrealimentados a 500 c.c. e permitindo motores atmosféricos até 2000 c.c. A Ferrari teve então dois anos de glória, findo os quais a FIA voltou a permitir turbos mais potentes, já que os motores atmosféricos de 2500 c.c. de 1954 eram actualizações dos Fórmula 2 das temporadas anteriores.

Os condutores porém, entusiasmaram-se com a competição, e, se é verdade que a Alfa Romeu desistiu em 1952, os anos 50 testemunharam o investimento da Mercedes, da Maseratti, da BRM, da Talbot, da Simca e, claro, da Ferrari, apesar de esta última não ter participado no primeiro GP de sempre, em Silverstone, preferindo uma prova local de Fórmula 2.